País
PJ desmantelou grupo criminoso suspeito de regularização fraudulenta de milhares de imigrantes
Foram detidos cinco suspeitos, entre os quais três empresários e o chefe de um serviço de finanças da região Centro.
A Polícia Judiciária desmantelou, na terça-feira, um grupo criminoso organizado dedicado à prática reiterada dos crimes de auxílio à imigração ilegal, associação de auxílio à imigração ilegal, corrupção, branqueamento de capitais e falsificação de documentos.
A operação decorreu nas zonas de Cantanhede, Pombal, Alcobaça e Porto e foram detidos cinco suspeitos, entre os quais três empresários e o chefe de um serviço de finanças da região Centro. Foi ainda detido um homem em flagrante delito pela prática do crime de detenção de arma proibida.
A PJ explica que este grupo “dedicava-se à legalização fraudulenta de milhares de cidadãos estrangeiros, em Portugal, ao longo de vários anos” e os suspeitos atuavam “movidos pelo propósito de obter elevados proventos financeiros, recorrendo, para o efeito, a elaboradas estratégias destinadas a dissimular a sua atuação e a ludibriar diversas instituições do Estado português”.
Os imigrantes, por sua vez, pagaram "elevadas quantias monetárias para obter a documentação necessária à instrução dos respetivos processos de regularização".
No total foram realizadas 16 buscas e foram apreendidas três armas de fogo e cerca de 50 mil euros em numerário. Foi ainda confiscado um vasto acervo documental relacionado com processos de regularização irregular de cidadãos estrangeiros e equipamento informático.
Os detidos, com idades compreendidas entre os 33 e os 55 anos e sem antecedentes criminais conhecidos, serão oportunamente presentes às autoridades judiciárias competentes para primeiro interrogatório judicial, tendo em vista a aplicação das medidas de coação consideradas adequadas.
A operação "Neblina Atlântica", na qual participaram cerca de 90 inspetores e especialistas da PJ, contou com a colaboração operacional e técnica da Diretoria do Norte, dos Departamentos de Investigação Criminal de Aveiro, Leiria e Guarda, bem como da Unidade de Perícia Tecnológica e Informática, da Unidade de Perícia Financeira e Contabilística e da Unidade de Armamento e Segurança, da Polícia Judiciária.
A operação decorreu nas zonas de Cantanhede, Pombal, Alcobaça e Porto e foram detidos cinco suspeitos, entre os quais três empresários e o chefe de um serviço de finanças da região Centro. Foi ainda detido um homem em flagrante delito pela prática do crime de detenção de arma proibida.
A PJ explica que este grupo “dedicava-se à legalização fraudulenta de milhares de cidadãos estrangeiros, em Portugal, ao longo de vários anos” e os suspeitos atuavam “movidos pelo propósito de obter elevados proventos financeiros, recorrendo, para o efeito, a elaboradas estratégias destinadas a dissimular a sua atuação e a ludibriar diversas instituições do Estado português”.
Os imigrantes, por sua vez, pagaram "elevadas quantias monetárias para obter a documentação necessária à instrução dos respetivos processos de regularização".
No total foram realizadas 16 buscas e foram apreendidas três armas de fogo e cerca de 50 mil euros em numerário. Foi ainda confiscado um vasto acervo documental relacionado com processos de regularização irregular de cidadãos estrangeiros e equipamento informático.
Os detidos, com idades compreendidas entre os 33 e os 55 anos e sem antecedentes criminais conhecidos, serão oportunamente presentes às autoridades judiciárias competentes para primeiro interrogatório judicial, tendo em vista a aplicação das medidas de coação consideradas adequadas.
A operação "Neblina Atlântica", na qual participaram cerca de 90 inspetores e especialistas da PJ, contou com a colaboração operacional e técnica da Diretoria do Norte, dos Departamentos de Investigação Criminal de Aveiro, Leiria e Guarda, bem como da Unidade de Perícia Tecnológica e Informática, da Unidade de Perícia Financeira e Contabilística e da Unidade de Armamento e Segurança, da Polícia Judiciária.